domingo, 30 de março de 2014

SALUTAR FISIOTERAPIA GERIÁTRICA

Alteramos o nome da nossa equipe com o intuito de demonstrar com maior clareza o sentido do nosso trabalho, já que SALUTAR significa "ÚTIL E FAVORÁVEL PARA PRESERVAR A SAÚDE, RESTAURA AS FORÇAS, FORTIFICANTE".
Dessa forma, esperamos continuar atendendo as expectativas de nossos clientes.

domingo, 23 de março de 2014

Salutar Fisioterapia Geriátrica

Salutar Fisioterapia Geriátrica é a equipe de fisioterapeutas pioneira a se especializar no atendimento domiciliar de idosos e em Instituições Geriátricas (Residenciais Geriátricos/Lar de Idosos).
Temos como objetivo desenvolver, com excelência técnica e ética, serviços e procedimentos na área da fisioterapia geriátrica, com a finalidade de assistir aos idosos, a instituição e seus familiares.
Buscamos melhorias na qualidade de vida dos idosos, sejam eles frágeis e dependentes, ou saudáveis que procuram atividades significativas e direcionadas, proporcionando um envelhecimento bem sucedido. Atuamos há nove anos na prevenção, evitando ou reduzindo o risco de distúrbios do movimento humano, como também na reabilitação, favorecendo a vida do idoso, facilitando sua locomoção e convívio social.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Botox ajuda vítimas de AVC recuperar movimentos

O Botox é conhecido como uma arma poderosa contra as rugas, mas, ao que tudo indica, a substância pode ser usada para ajudar vítimas de AVC a recuperar os movimentos que foram prejudicados. As informações são do Daily Mail. O National Institute for Health Care Excellence aprovou o uso do Botox para o tratamento depois que 120 pacientes que haviam sofrido derrame recuperaram o movimento do tornozelo com a ajuda de injeções da substância. “Este é um dos mais importantes avanços em anos. Ao permitir que o tornozelo se movimente de forma mais próxima do normal, o tratamento pode trazer mais mobilidade e benefícios físicos aos pacientes, mesmo aqueles que já sofrem com estes problemas por anos”, explicou Anthony Ward, da North Staffordshire Rehabilitation Centre.

Lesley Berry, de 27 anos, teve um AVC e, como consequência, passou a sofrer de distonia, uma condição que causa espasmos dos músculos. O problema afetava o lado esquerdo de Lesley e sua mão estava sempre em formato de garra, o que não permitia que ela desempenhasse funções triviais, como segurar um copo. Fisioterapia e um medicamento para afinar o sangue não reverteram a distonia, mas as injeções de Botox regulares funcionaram. “O derrame e a sequela foram extremamente assustadores. Eu não podia comer, falar e nem ir ao banheiro sozinha. Quando a medicação e a fisioterapia não funcionaram, eu entrei em desespero. Mas o Botox me ajudou a ter uma vida normal novamente”, contou Lesley.

A injeção da substância funciona porque a toxina botulínica congela os músculos rígidos e interrompe os espasmos, restaurando o controle dos membros. Um estudo anterior mostrou que as injeções de Botox podiam ajudar vítimas de AVC a recuperar os movimentos dos braços e mãos, no entanto, a nova pesquisa conclui que o procedimento pode funcionar também para os membros inferiores.

“O Botox bloqueia a liberação de uma substância química do nervo chamada acetilcolina, o que impede a contratação muscular. Começa a fazer efeito entre quatro e sete dias, atinge o pico em seis semanas e deve durar por, pelo menos, quatro meses”, explica Poovathor J. Alexander. Lesley recebeu quatro injeções no bíceps e outras quatro no antebraço, e contou que foi “incrivelmente dolorido”. No entanto, ao contrário de outras drogas usadas para driblar as sequelas de um AVC, o Botox não apresentou nenhum efeito colateral em seus rins ou fígados. “Deve ser usado com conjunto com fisioterapia para que os músculos parem de ficar rígidos. A substância relaxa o músculo, então é mais fácil alongá-lo”, explicou o especialista. “Cada tratamento custa mais de £ 1 mil (cerca de R$ 3.900)”, acrescentou.


Fonte: fisioterapia.com

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

10 ANOS DE FORMADO!!!


Após 10 anos de formado reviro a memória e me lembro das aulas, dos colegas, das festas, dos estágios, da formatura, dos congressos, dos meses de estudo intenso para a conclusão do curso de fisioterapia.

Penso no que meus colegas estão fazendo hoje, alguns mantenho contato, outros tenho notícias por terceiros, mas tem aqueles que são amigos até hoje.

Também tenho vivo em minha memória os últimos 10 anos de trabalho como fisioterapeuta...

Não me esqueço da primeira paciente, uma senhora com sequelas de AVC, do primeiro passo reabilitado, da primeira frustração de não conseguir colocar o paciente em pé e caminhar. O filme passa na minha mente...

Hoje completo uma década de formado (colei grau na Rede Metodista de Educação – IPA, no dia 09 de Janeiro de 2004), nem parece!

Naquela época aspirava atuar na fisioterapia desportiva e na docência. Mas o destino me levou para a fisioterapia geriátrica. Que bom! Tive convites para a docência, mas decidi me dedicar exclusivamente aos meus pacientes, pelo menos por enquanto.

Nestes 10 anos me especializei em acupuntura e fisioterapia geriátrica e me dedico integralmente aos atendimentos domiciliares e em residenciais geriátricos, atendendo exclusivamente pacientes idosos. A maioria dos atendimentos são com pacientes com sequelas de AVC, doença de Parkinson, doença de Alzheimer, reabilitação no pós-operatório de fraturas, idosos acamados e fragilizados, idosos com dificuldade ou impossibilidade de manter uma vida independente.

Obrigado aos meus familiares pelo apoio e paciência. Obrigado aos pacientes e familiares pela confiança.

Agradeço, sobretudo, a minha profissão, pois tudo que tenho e muito do que sou hoje é devido à FISIOTERAPIA.

SOU FELIZ! Que venham os próximos DEZ ANOS!

PARABÉNS aos formandos IPA - 2004!

 

 

domingo, 5 de janeiro de 2014

Evolução da Doença de Alzheimer

A Doença de Alzheimer é caracterizada pela piora progressiva dos sintomas. Entretanto, muitos pacientes podem apresentar períodos de maior estabilidade. A evolução dos sintomas da Doença de Alzheimer pode ser dividida em três fases: leve, moderada e grave *.
Na fase leve, podem ocorrer alterações como perda de memória recente, dificuldade para encontrar palavras, desorientação no tempo e no espaço, dificuldade para tomar decisões, perda de iniciativa e de motivação, sinais de depressão, agressividade, diminuição do interesse por atividades e passatempos.
Na fase moderada, são comuns dificuldades mais evidentes com atividades do dia a dia, com prejuízo de memória, com esquecimento de fatos mais importantes, nomes de pessoas próximas, incapacidade de viver sozinho, incapacidade de cozinhar e de cuidar da casa, de fazer compras, dependência importante de outras pessoas, necessidade de ajuda com a higiene pessoal e autocuidados, maior dificuldade para falar e se expressar com clareza, alterações de comportamento (agressividade, irritabilidade, inquietação), ideias sem sentido (desconfiança, ciúmes) e alucinações (ver pessoas, ouvir vozes de pessoas que não estão presentes).
Na fase grave, observa-se prejuízo gravíssimo da memória, com incapacidade de registro de dados e muita dificuldade na recuperação de informações antigas como reconhecimento de parentes, amigos, locais conhecidos, dificuldade para alimentar-se associada a prejuízos na deglutição, dificuldade de entender o que se passa a sua volta, dificuldade de orientar-se dentro de casa. Pode haver incontinência urinária e fecal e intensificação de comportamento inadequado. Há tendência de prejuízo motor, que interfere na capacidade de locomoção, sendo necessário auxílio para caminhar. Posteriormente, o paciente pode necessitar de cadeira de rodas ou ficar acamado.
Estágio inicial
O estágio inicial raramente é percebido. Parentes e amigos (e, às vezes, os profissionais) veem isso como "velhice", apenas uma fase normal do processo do envelhecimento. Como o começo da doença é gradual, é difícil ter certeza exatamente de quando a doença começa. A pessoa pode:
  • Ter problemas com a propriedade da fala (problemas de linguagem).
  • Ter perda significativa de memória – particularmente das coisas que acabam de acontecer.
  • Não saber a hora ou o dia da semana.
  • Ficar perdida em locais familiares.
  • Ter dificuldade na tomada de decisões.
  • Ficar inativa ou desmotivada.
  • Apresentar mudança de humor, depressão ou ansiedade.
  • Reagir com raiva incomum ou agressivamente em determinadas ocasiões.
  • Apresentar perda de interesse por hobbies e outras atividades.
Estágio intermediário
Como a doença progride, as limitações ficam mais claras e mais graves. A pessoa com demência tem dificuldade com a vida no dia a dia e:
  • Pode ficar muito desmemoriada, especialmente com eventos recentes e nomes das pessoas.
  • Pode não gerenciar mais viver sozinha, sem problemas.
  • É incapaz de cozinhar, limpar ou fazer compras.
  • Pode ficar extremamente dependente de um membro familiar e do cuidador.
  • Necessita de ajuda para a higiene pessoal, isto é, lavar-se e vestir-se.
  • A dificuldade com a fala avança.
  • Apresenta problemas como perder-se e de ordem de comportamento, tais como repetição de perguntas, gritar, agarrar-se e distúrbios de sono.
  • Perde-se tanto em casa como fora de casa.
  • Pode ter alucinações (vendo ou ouvindo coisas que não existem).
Estágio avançado
O estágio avançado é o mais próximo da total dependência e da inatividade. Distúrbios de memória são muito sérios e o lado físico da doença torna-se mais óbvio. A pessoa pode:
  • Ter dificuldades para comer.
  • Ficar incapacitada para comunicar-se.
  • Não reconhecer parentes, amigos e objetos familiares.
  • Ter dificuldade de entender o que acontece ao seu redor.
  • É incapaz de encontrar o seu caminho de volta para a casa.
  • Ter dificuldade para caminhar.
  • Ter dificuldade na deglutição.
  • Ter incontinência urinária e fecal.
  • Manifestar comportamento inapropriado em público.
  • Ficar confinada a uma cadeira de rodas ou cama.
*Alertamos para o fato de que essa divisão tem caráter didático e, muitas vezes, sintomas classificados em diferentes fases se mesclam em um mesmo período.
 
Fonte: ABRAZ

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Infecção do Trato Urinário (ITU)

     A ITU é considerada como a infecção bacteriana mais comum. Vinte por cento das mulheres fazem algum episódio de ITU durante a vida. Entre os homens não é comum, mas podem ser graves quando ocorrem.
     Estudos indicam que a prevalência de bactérias na urina de mulheres com mais de 60 anos é de 6 a 8% e aumenta para próximo dos 20% em populações com mais de 80 anos. Há estudos consistentes registrando que a prevalência de bacteriúria é de 30 a 50% em mulheres institucionalizadas e de 20 a 30% em homens institucionalizados.
     Em idosos, a maioria das ITU é assintomática, mas quando apresentam algum sinal, são: aumento na frequência em que a pessoa urina; dor e ardência na uretra, urgência miccional; peso ou ardência na região da bexiga durante a micção; o aspecto da urina pode ser turvo, leitoso ou até vermelho; febre pode significar que a infecção está atingindo os rins, embora a ausência de febre, em idosos, não exclui infecção renal. Neste caso, pode haver dor lombar ou abaixo das costelas.
     A ITU é tratada com medicamentos antimicrobianos e depende do histórico do paciente e do exame de urocultura para identificar a bactéria. O medicamente deve ser utilizado de 7 a 14 dias e quando em homens nunca inferior a 10 dias.
    A prevenção da ITU depende de algumas medidas simples: beber água em boa quantidade e urinar sempre que necessário (não protelar a micção); higienizar no sentido da frente para trás, após a evacuação, para evitar o transporte de bactérias do ânus para a vagina e uretra.