domingo, 23 de agosto de 2015

Conheça medidas que ajudam a manter a memória afiada mesmo ao envelhecer


Ao envelhecer são comuns que os problemas de memória se tornem mais evidentes, porém a capacidade de processamento do cérebro diminui constantemente a partir dos 20 anos.

Foi comprovado que cerca de 30% dos adultos saudáveis tem dificuldade em recordar fatos, pessoas, lugares e outras informações diárias. É comum a todos nós, eventualmente, ter dificuldade de lembrar nomes e datas, o que acabamos de ler, ou mesmo o que jantamos ontem. Porém é importante diferenciar o normal de possíveis sintomas de doenças de limitação cognitiva, pois esquecer onde estacionou o carro pode acontecer com qualquer um, mas não se lembrar de como ele é, pode ser preocupante.

A chegada da terceira idade não quer dizer que haja necessariamente perda de memória. Há um números significativo de idosos de 80 anos que tem desempenho tão bom nos testes de memória quanto pessoas na faixa dos 30 anos. O cérebro mais velho é capaz de fazer mudanças para se adaptar. Certas regiões cerebrais operam de forma um pouquinho diferente e podem ser melhores do que as dos mais jovens.

Segundo o Instituto de Medicina a várias medidas que podemos levar ao longo da vida para ajudar prevenir a perda de memória, pois é melhor evitar o declínio cognitivo do que revertê-lo. E algumas delas são:

·         Prevenir ou controlar os fatores de risco cardiovascular, incluindo pressão alta, fumo, obesidade e diabetes, pois o que é bom para o coração também é bom para o cérebro. Se envolver socialmente é outra medida fundamental. A integração é um instrumento poderoso para um envelhecimento saudável.

·         Interessar-se por atividades de estimulação intelectual, incluindo leitura, participação em grupos de discussão, palestras e outras atividades culturais. Aprender tarefas novas e complexas, como crochê, costura ou fotografia digital, pode melhorar o desempenho cerebral.

·         Praticar exercícios físicos, pois inúmeros estudos registram os benefícios decorrentes do exercício constante não só ao corpo, mas ao cérebro. Por exemplo, das 18.766 mulheres entre 70 e 81 anos que participaram de uma pesquisa americana, as que tinham um nível mais alto de atividade mostraram 20% menos chances de sofrer problemas cognitivos do que as de nível menor.

Fonte: Zero Hora

 

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