quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Doença de Alzheimer e qualidade de vida: uma realidade possível!


Envelhecimento não é sinônimo de doença, pois é possível envelhecer com saúde e qualidade de vida. O envelhecimento com ou sem doenças depende de fatores biopsicossociais, ou seja, as pessoas envelhecem de formas diferentes de acordo com os seus hábitos de vida e genética.

Mas durante o processo de envelhecimento podemos nos deparar com a Doença de Alzheimer que é uma das doenças que está em evidência na atualidade. Para buscar uma vida com mais qualidade o tratamento deve envolver diversas áreas da saúde em uma atuação transdisciplinar (fisioterapia, nutrição, psicologia, farmácia, enfermagem, etc...). A família e os cuidadores também devem ser incluídos no tratamento, como uma forma de estarem mais presentes e serem auxiliados e orientados em todos os âmbitos que a doença exige, desde um simples banho até como realizar atividades cognitivas e como proceder para o autocuidado, a fim de não adoecerem juntos.

Além do tratamento medicamentoso, exercícios físicos, alimentação adequada e os cuidados pessoais, devemos também desenvolver estratégias compensatórias de adaptação para estimular o paciente no que desrespeito as funções cognitivas comprometidas e realização de atividades diárias, conhecida também como estimulação cognitiva ou reabilitação cognitiva.

 Essa estimulação cognitiva como alternativa de tratamento não medicamentoso à Doença de Alzheimer se faz importante não só para o treino das funções cerebrais perdidas como também no controle de outros sintomas, promovendo assim o bem estar do paciente e o ajudando a viver melhor com as limitações que a doença lhe impõe.

 Estudos comprovam que quanto mais cedo o diagnóstico da Doença de Alzheimer for feito, mais efetivo é o tratamento. Por isso a importância da troca de conhecimentos e experiências e, principalmente, de informar a população sobre a doença, sintomas iniciais, alternativas de tratamento medicamentoso e não medicamentoso, e formas de se lidar com a pessoa no dia a dia.
 
Danielle Renck
Luciano Chaves
 
Fonte: Portal do Envelhecimento

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